Boas práticas no processo industrial em relação à nova biomassa

13/10/2016
Imagem retirada de http://www.ebc.com.br/tecnologia/2015/06/relatorio-mundial-sobre-bioenergia-assegura-que-nao-falta-terra-para-producao
Imagem retirada de http://www.ebc.com.br/tecnologia/2015/06/relatorio-mundial-sobre-bioenergia-assegura-que-nao-falta-terra-para-producao

A 4ª e última aula/palestra Industrial da UniUDOP, de 2016 tratou sobre o potencial corrosivo das caldeiras que queimam a nova biomassa, uma junção da palha com o bagaço da cana-de-açúcar. Isso porque, o teor de enxofre ficou mais alto, o que facilita uma maior corrosão, prejudicando o processo.

As dificuldades geradas nesta combustão podem impedir o funcionamento das caldeiras, o que gera perdas durante a safra. Para que isso não ocorra, segundo o palestrante Marco Antonio Silva, é preciso fazer algumas modificações na parte industrial. "Existem sistemas para aumentar a temperatura do ar de combustão, antes que esse ar entre no pré-aquecedor da caldeira", frisa.

Uma outra palestra trouxe ao público as novas tecnologias usadas em caldeiras mais modernas, para garantir uma melhor performance com a queima da nova biomassa.

Ainda durante o curso, foram apresentados dois estudos de caso. O primeiro mostrou um projeto desenvolvido pela Usina Santa Isabel, junto a uma empresa terceirizada, que auxilia na limpeza da cana. Já o segundo, mostrou a melhora da eficiência das caldeiras feita pela Usina Atena, através de um sistema de separação de impurezas, de baixo custo.

Fonte: Agência Udop, escrita por Camila Lemos

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